Já todos nós sabemos o nosso fado!
Tempos difíceis! E depois? Ou melhor, e agora?
Vamos fazer o que sempre fizemos. Somos – ou “somes” com muito orgulho – um povo rijo!
Temos um grande coração e que sempre olhou estes tempos difíceis com vontade de luta e superação.
Ao longo de cinco séculos os Madeirense lutaram e superaram muitas , intempéries, doenças, invasões, fomes, injustiças e economias falidas.
Quem está mais atento à economia, percebe que já passamos por varias industrias, onde outros produtos que eram o nosso sustento simplesmente desapareceram, faliram!
Tivemos a época do Açucar, do Vinho e vivemos na do Turismo, onde por duas décadas individamo-nos para viver de outras industrias paralelas que nós chamamos serviços.
Pois os nossos serviços, são hoje pouco concorrenciais, não soubemos criar valor, e não temos mais dinheiro dos outros para brincar. Esquecemo-nos que com dinheiro emprestado temos de gerar valor, e não o fizemos, salvo poucas excepções,que são pequenas demais para sequer balancear microscopicamente a nossa economia.
Assim o nosso Turismo e a nossa industria de produção,a primária tem de ser tratada por todos com paixão. Com a certeza que hoje mais que nunca temos de ajudar a criar valor. Temos de nos sacrificar para que as futuras gerações possam voltar a ter conforto financeiro.
Sim devemos ser intolerantes para com os incompetentes que nos governam, ou que nos levam para decisões que não percebemos. Contudo na verdade não são todos, e devemos aplicar os filtros do bom senso. Existe muita gente no sector publico cheia de qualidade,e de garra!
Temos de ser básicos. A simplicidade é o ingrediente numero um da genialidade. Agir com prioridades, mesmo que signifiquem sacrifício.
Acções simples que sabemos que tem um retorno. Vamos começar pelas nossas opções. Opte fortalecer o mercado regional! Compre o que é Madeirense!
Por exemplo -existem imensos- porque é que tenho de comprar um pacote de massa Divella se sei que se escolher o Insular, estou a ajudar com mais força uma empresa Regional?
Porque é que compro um bolicau para a minha família quando posso comprar um bolo de uma pastelaria regional?
Isto é simples e é genial!
Agora temos de comunicar melhor. Nem todos estamos disponíveis, orientados ou esclarecidos para esta questão.
Promover a marca madeira, promover o a vontade de comprar madeirense, porque é o mais simples que existe, porque estamos de uma forma genial a contribuir para a nossa economia. Sem tretas!
A Fiat em Itália, podia ter feito mais um anuncio, a gabar o preço ou as performances conforme o target a que se destina, enfeitando o novo Panda com valor social de status, citadino, útil, bonito, versátil, barato digo de gente gira, mesmo que na realidade o cliente seja fisicamente feio.
A mensagem é clara. Para dentro, comprem o que é nosso somos uma bela nação, e trabalhamos todos os dias para uma Itália melhor. Para fora, o Carro é muito mais que chapa, motor e rodas. É toda uma nação cheia de querer, talento e capacidade!
Emocional! às vezes é só isto que uma marca precisa de ser…
Este tipo de comunicação é raramente usada por empresas , que preferem ter um discurso mais racional, como o COMPRE, ou o MAIS BARATO, o MELHOR, a PROMOÇÃO.
São só mais uma publicidade. Quantas já vimos e já nos esquecemos?. Alias usamos um filtro muito especial (quase inconsciente -mais uma promessa quer é vender-), assim que vimos estas palavras chave. Desligamos!
Felizmente existem empresas que pensam “out-of-the-box” e que preferem entregar um mensagem bonita, que nos faz sonhar, sorrir, com a qual nos identificamos mesmo que até então não tenhamos pensado sequer no produto em questão.
Ficamos todos mais próximo dessa marca e do mar !
Enjoy!
Credits:
Agency: RPA
ECD: Joe Baratelli
GCD: Pat Mendelson
CDs: Tom Hamling, Laura Hauseman
ACD/CW: Damian Fratecelli
Senior AD: Katie Carlile
EVP, Executive Producer, Content: Gary Paticoff
Senior Producer: Selena Pizarro
Assistant Producer: Whitney Young
Production Co: über content
Director: Fred Savage
DP: Chris Soos
Executive Producer: Preston Lee
Line Producer: Cory Berg
Production Designer: Andy Reznik
Editorial Company: Spot Welders
Editor: Haines Hall
Assistant Editor: Paul Sabater
Post Producer: Patrick McElroy
Telecine: Company 3, Santa Monica, CA
Artist: Stefan Sonnenfeld
EP: Rhubie Jovanov
Visual Effects Company: Public VFX
Lead Flame Artist: James Allen
VFX Producer: Marlo Kinsey/Kim Nagel
VFX CD: Tony Smoller
Title Design: Laundry! TV
Audio Post Company: Lime Studios
Audio Post Mixer: Loren Sibler
Music Company: Elias Arts, LA
Composer/Arranger: Jonathan Elias
Executive Producer: Ann Haugen
Creative Director: Dave Gold
Music: Ramblin Man
Inspiradora esta campanha. Hoje em dia o momento do café é um momento de pausa, embora em publicidade esse repto tenha sido usado vezes sem conta pela Kit Kat, (have a break).
Uma paragem momentânea e mágica no nosso quotidiano, o momento em que suspendemos a nossa vida, saímos do stress e saboreamos a nossa pausa. Um cafezinho com se diz em “Portuguesinho”
Sem mostrar o momento do café, (descobrimos só no final), aumentamos a carga emocional, chamando a atenção para o que por vezes ,nos escapa, mas que afinal esta tão perto é a proposta da Nescafé.. Olhem melhor à vossa volta e sejam felizes!
Bom dia, com cheiro a café !
Nota: Como habitual os creditos. Mais abaixo o video.
—-
Credits:
Advertising Agency: twofifteenmccann, USA
Chief Creative Officer: Scott Duchon
Art Director: Steve Couture
Copywriter: Joe Rose
Agency Director of Integrated Production: Tom Wright
Agency Producers: Chris Weldon, Betsy Beale
Account Director: Juliana Mejia
Production Company: Anonymous Content
Director: Christian Bevilacqua
DP: Ottar Gudnason
EP’s: Jeff Baron
Producer: Paul Ure
Editorial Company: Rock Paper Scissors
Editor: David Brodie
Executive Producer: Carol Lynn Weaver
Producer: Kendra Scott
Editorial Assistant: Austyn Daines
Visual Effects: A52
VFX supervisor: Andy Barrios
2D artists: Brendan Crockett, Cameron Coombs, Enid Dalkoff, Steve Miller
CG supervisors: Kirk Shintani, Adam Newman
3D artists: Julian Fitzpatrick, Joe Chiechi, Wayne Hollingsworth, Tim Donlevy
Executive Producer: Jennifer Sofio Hall
Head of Production: Megan Meloth
Producer: Daughn Godd Ward
Telecine: Company 3
Colorist: Stefan Sonnenfeld
Original Music: Human
Producer: Jonathan Sanford
Sound Designer: Human
Mix: Lime Studios
Mixer: Rohan Young
Audio producer: Jessica Locke
—-
As vezes temos de fugir das marcas mais “mainstream” para podermos nos deliciar publicidade realmente inspiradora.
Criado e realizado por Saam Farahmand foi criado para reproduzir uma interpretação única do “ethos” que representa a Radio. O resultado é um filme de cortar a respiração, e que nos surpreende. Brutal, carnal, ou simplesmente sensorial, como a musica!
Uns chamam-lhe, chocante, nudez, outros arte. Eu caracterizo-lhe como algo de “out-of-the-box”, brutal! Vejam, ouçam, sintam e inspirem-se!
Creditos:
Art Director: Georgia Shelton
Director: Saam Farahmand
Producer: James Waters
Vfx : The House Of Curves
Vfx Supervisor : Andrew Daffy
Compositor : Mikkel Hansen
3D Artist : Dan Prince
Lighting Camera: Franklin Dow
Model Maker: Jack Kirby
Model: Marilyn Rose
Make-Up Artist: Dorita Nissen
A Kia tem sido imparável no seu processo de ocidentalização. Primeiro as garantias, 7 anos, que transmitem confiança, depois a adaptação cada vez mais óbvia do seu design a linhas marcadamente europeias. Agora parte em conquista do mercado norte-americano ajudada pela associação ao melhor Globetrotter Americano Blake Griffin… Um Super anuncio!
Credits:
Ad Agency: David&Goliath
Copywriter: Dan Kelly
Interessante o fenómeno das meninas nos passeios. Excelente para quem está a meio do tráfego de hora de ponta nos locais mais frequentados. Assim juntamos aos maravilhosos finais de tarde, na Avenidas mais trendy/hoteleiras muitas mocinhas que se fartam de correr.
Tenho algumas duvidas quanto ao beneficio dessa corrida, por causa do transito, mas isso são outros filmes.
O filme que me traz aqui é o ultimo vídeo dos novos Tennis Nike, para corrida. As marcas tendem hoje em dia a envolver os seus clientes em experiências sensoriais, em desafios, e a Nike tem aproveitados isso ao máximo com associações e várias Apps que levam os seus clientes para uma experiência muito para alem da compra.
Antigamente levamos a sapatilha, com aquela sensação de conquista ( comprei! ou consegui que me comprassem) e seriamos reconhecidos nos dias seguintes, pelo menos enquanto as sapatilhas brilhassem.
Hoje colocamos as sapatilhas, avisamos a todos os nossos amigos, através das redes sociais que vamos correr, e no final anunciamos a todo o mundo as nossas prestações!!
Depois ficamos em casa a ler os dados biométricos da nossa corrida (get addicted).
A adição é maior, as sensações são potenciadas, a marca reconhecida. A marca está connosco não é so uma simples sapatilha!
Em Mkt usamos todos os elementos afectos a uma marca para potenciar uma sensação de familiaridade, mesmo que estejamos a extrapolar um efeito negativo. Tão bons que até vicia!
Mas não faz mal porque o vídeo é engraçado, todos estão contentes com o Vicio da Menina…é Nike!
Demais !!!
Muito importante: Os creditos a quem prensou, criou, realizou e produziu este “Add”!
Ad Agency: Wieden + Kennedy Portland
Client: Nike Running
Copywriter: Dylan Lee
Copywriter: Icaro Doria
Art Director: Guillermo Vega
Producer: Felicia Glover
Producer: Endy Hedman
Executive Creative Director: Mark Fitzloff
Executive Creative Director: Susan Hoffman
Agency Executive Producer: Ben Grylewicz
Project Manager: Krissy Brunsman
Production Company: Park Pictures
Director: Glue Society
Line Producer: Michelle Currider
Editorial Company: Joint
Editor: Kyle Valenta
Post Producer: Shelli Jury
Post Executive Producer: Patty Brebner
VFX Company: A52
VFX Supervisor: Megan Meloth
Flame Artist: Paul Yacono
Titles/Graphics: W+K Studio
Music Company: Nelson Riddle
Song: Lolita Ya-Ya
Mix Company: Eleven
Mixer: Jeff Payne
O melhor de tantos mundos! Efeitos especiais de eleição, afinal estamos a falar de uma companhia que tem estúdios, uma pitada de criatividade, prosa poderosa profundamente entoada pelo Leonard Cohen e dois actores com a atitude certa e voilá! Parece simples não parece?
Sejam surpreendidos…
Nota: Muito Importantes antes de assistir, os créditos:
Advertising Agency: Grey, London, UK
Executive Creative Director: Nils Leonard
Creative Director: Dave Monk, Matt Waller
Agency Producer: Jacqueline Dobrin
Business Director: Anneliese St-Amour
Account Manager: Suzi Napier
Mesmo com todos os meios tecnológicos avançados que temos, com redes sociais à mão de semear, é cada vez mais difícil para nós marketeers acompanharmos os consumidores numa estratégia racional e temporal.
Os comportamentos estão sempre a mudar, os estilos de vida já são mutáveis, os hábitos completamente permutáveis e os níveis de gasto uma autêntica montanha russa.
Como motivamos? Onde estão os mitos na publicidade, e quais as novas tendências do marketing?
Participa, e comenta!
Todos os dias deparo-me com os feiíssimos e deprimentes autocarros da Rodoeste. Antigos, de cores horríveis, e a bombar um fumo negro que apaga tudo a sua volta.
Verdadeiros heróis os mecânicos e condutores daqueles dinossauros rodoviários! Mas sobre estes autocarros, seus serviços e notoriedade de marca, eu deixo para comentar num futuro artigo.
Foi inevitável esta associação de ideias, porque quero vos contar as peripécias do GIRO: o cartão de todas as viagens.
Numa empresa pública ou privada, se existe um departamento dinâmico e com vontade de inovar esse será sempre o de Mkt…certo?
Nos Horários do Funchal a historia repete-se. Fomos contactados para concorrer a criação da marca/imagem do novo cartão inovador dos Horários do Funchal, sob a batuta do Director de Marketing da Empresa.
Depois de horas criativas, e de um grade trabalho de todos os envolvidos fomos finalmente apresentar a nossa “BIG” ideia. Era uma ideia gira e com muita mobilidade (Girava de Giro) e como era a imagem de marca de uma estratégia, de uma mobilidade do futuro, era o cartão de todas as viagens! o Giro!
Lembro-me como se fosse hoje, da nossa apresentação entusiasmada e apaixonada, onde explicávamos que andar de autocarro era Giro! Era divertido! quando fomos interrompidos por uma dos membros da Administração que prontamente nos corrigiu:
“Mas vocês acham isto uma brincadeira? Acham que andar de Autocarro é giro? Os Autocarros são serviços sociais, não são uma coisa gira!”
Pensei logo que aquele homem cinzento e amargurado ainda vivia na época salazarista, e que se pudesse pintava os autocarros com cores piores do que os da Rodoeste (como se fosse possível) mas não comentei é claro, ou perdíamos o trabalho.
Resultado? Ele era a excepção, e os restantes membros incluindo o Presidente do Concelho, achavam mesmo que andar de autocarro não só era inteligente como divertido.
Hoje em dia os transportes públicos tem uma outra percepção, mas aqui fica a “estória”
Assim nasceu o GIRO o cartão de todas as viagens que toda a gente conhece!