Hoje em dia já não são ouvidas especulações em volta da queda o Face ou do Twitter. Ascensões meteóricas de outras redes como o Pinterest e o Tumblr não tem ameaçado a sua hegemonia. Relatos de entradas de capitais milionarios nestas empresas reforçam a ideia que todas as marcas que apostam nestas redes fazem-no muito bem e muitas vezes com sucesso (retorno) estrondoso.
Nestas redes mediamos o retorno do investimento (ROI) agora como seria expectável, usamos outra ferramenta o (ROE) “Return of Engagement”, em português Retorno de Compromisso.
Este cenário deve-se em parte à impossibilidade de medir um retorno real em números.
Por exemplo: Quantas vendas surgiram de uma determinada acção nas redes sociais?
Agora a aposta faz-se medindo até onde a nossa mensagem pode ir, e que nível de compromisso temos com os nosso clientes on-line, que os leva a partilhar, defender e pro-activamente publicitar a nossa marca (compromisso).
Quanto mais social é a nossa marca mais parece que é da família. Marcas que usam as redes sociais somente para anunciar os seus produtos, (soft-promo) são marcas muito pouco interessantes. Poucos amigos, poucos “like” e nível de compromisso quase 0.
As marcas que promovem os contactos, partilhas, conteúdos que se identificam com os seus clientes, são as vencedoras, com uma taxa de fidelidade altíssima, (afinal fazem parte da família) e marcas que promovem acções, provocando actividade, envolvendo a comunidade, são as Campeãs!
Na Air Malasia, no sistema de reservas podemos perceber quais os nossos amigos do Facebook que viajam no mesmo voo, e podemos sentar-nos ao pé dos mesmos. A KLM já tem um sistema social parecido, um app do Facebook que permite sentar-nos ao lado de amigos com interreses comuns de acordo com Facebook. Impressionante não é?
Agora vejam este caso de sucesso de uma marca de ferramentas, que criou um género de Survivor. Escolheram uma figura tipo “nerd” e único item que levou foi um set de ferramentas da marca que promoviam e ligação ao Twitter e Facebook. Sem saber fazer nada, e com uma caixa de ferramentas, e alguns objectos, não só assegurou a sua sobrevivência, como atingiu feitos impensáveis com a ajuda de todos os profissionais (clientes) on-line que lhe ensinava como construir, como sobreviver!
Estão a imaginar o retorno que a marca em questão teve? Brilhante!
E a vossa marca, de que modo interage com os seus clientes nas redes sociais? Qual o nível de compromisso que este tem para com a sua marca ?
O dia dos namorados é já amanha! Este dia tem origens no celebre Bispo Valentim, que contra as ordens do Imperador Cláudio que havia proibido o casamento, continuava a celebrar o amor unindo tantos casais quanto pudesse. Esta desobediência foi descoberta e o Bispo foi condenado à morte.
Nos calabouços recebia cartas e flores de todos os namorados e casais das redondezas onde lhe expressavam devoção e afirmando a sua crença no amor. Claro que o Bispo teve um fim trágico, mas antes ainda apaixonou-se pela filha cega do carcereiro, e milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Um mártir do amor, que foi executado a 14 de Fevereiro, dai a origem da data mais romântica de todas.
Existem ainda outras teorias, mas eu prefiro tomar esta como a mais provável, alias substanciada historicamente pela Igreja Católica.
E o que vamos fazer nós para honrar o Bispo Cláudio e celebrar o amor?
Numa época em que a data é sobretudo comercial, por favor esqueçam os clichés! Sejam Criativos.
Acredito que todos somos capazes de ter ideias brilhantes, as mais simples ( são as geniais) e as mais elaboradas
( trabalhosas), por isso mãos à obra. Eu quero ajudar, mas não influenciar, porque cada um de vós tem ideias mil vezes melhores que as minhas, afinal são vocês que vivem perto do amor, mesmo que ainda não seja vosso.
Da minha parte fica o que não fazer. Por favor resistam ao habitual:
- Oferecer Rosas Vermelhas (com tanta flor, porque sempre estas?)
- Ir jantar fora ( isso faz-se sempre que se pode. não no dia se São Valentim, sejam criativos, uma sandes numa tasca é bem capaz de ser muito mais memorável)
- Mandar um sms (o mais impessoal , e frio que existe)
- Comprar um ursinho com um coração a dizer amo-te. (Centenas de milhares de pessoas o fazem todos os dias de S-Valentim)
Com estas limitações tudo o que for feito com o coração terá sempre muito mais impacto, e será mil vezes mais memorável. Abram o vosso coração à criatividade!
Todos os dias a comunidade criativa lança centenas de novas ideias. O projecto que vos apresento impressionou-me porque envolve várias entidades, cliente, gestor de Projecto, designer, e a própria produção, neste caso a gráfica! Impressionante!
O esquema normal é bem claro. Recebemos a intenção do cliente e trabalhamos com criativos, copywriters varias soluções. Na Madeira estamos sempre de alguma forma limitados pela capacidade de produção salvo várias excepções. Falar em excepções e não apontar pelo menos uma, seria um crime. Uma das excepções no meu entender é a Promerch, que também parece não ter limitações em criatividade de produção. Sempre à espera do novo desafio. Fica a Dica!
Voltando ao assunto, reparem neste trabalho incrível. Uma Brochura cujo conteúdo só aparece perante a luz solar. Brutal!
Em primeiro lugar as minhas desculpas, por estar a dirigir-lhe estas palavras, mas na falta de outro preferi falar com o Palhaço de Serviço.
Escrevo-lhe estas linhas para me queixar (pieguices!) da vossa última campanha publicitária. Habituado a ver super anúncios, com uma veia criativa muito forte, pasmei-me ao ver o Manzarra, que sai de uma série de anúncios bem elaborados e super criativos da Optimus para levar com dois olhinhos nas mão. Pior puseram-no a correr para o Mac empurrado pela mão, que tem agora vontade própria. Por causa de 1 Euro!
Mau!! Eu pelo menos fiquei decepcionado. Neste registo eu tenho algo muito melhor! Em cima podem ver a minha “Pezarra”! Muito à frente! Eu faço o próximo anuncio pode ser???
Tinha de ter um titulo com um cliché! Não resisti!
De qualquer forma o assunto ou a Cidade que hoje me traz cá pelo ângulo e aparência faz-nos de alguma forma pensar no Rio de Janeiro.
Quente, com uma vista soberba, urbe “qb” e desenhada por um génio. Um homem! Sexo ao qual todos reconhecem alguma ingenuidade quantos aos assuntos básicos. O estigma que o homem só pensa em mulheres e diversão, é aqui levado ao máximo! Eis uma cidade pensada por homens! Genial! Básica, como nós ou como o mundo devia ser? Digam-me vocês!
Já todos nós sabemos o nosso fado!
Tempos difíceis! E depois? Ou melhor, e agora?
Vamos fazer o que sempre fizemos. Somos – ou “somes” com muito orgulho – um povo rijo!
Temos um grande coração e que sempre olhou estes tempos difíceis com vontade de luta e superação.
Ao longo de cinco séculos os Madeirense lutaram e superaram muitas , intempéries, doenças, invasões, fomes, injustiças e economias falidas.
Quem está mais atento à economia, percebe que já passamos por varias industrias, onde outros produtos que eram o nosso sustento simplesmente desapareceram, faliram!
Tivemos a época do Açucar, do Vinho e vivemos na do Turismo, onde por duas décadas individamo-nos para viver de outras industrias paralelas que nós chamamos serviços.
Pois os nossos serviços, são hoje pouco concorrenciais, não soubemos criar valor, e não temos mais dinheiro dos outros para brincar. Esquecemo-nos que com dinheiro emprestado temos de gerar valor, e não o fizemos, salvo poucas excepções,que são pequenas demais para sequer balancear microscopicamente a nossa economia.
Assim o nosso Turismo e a nossa industria de produção,a primária tem de ser tratada por todos com paixão. Com a certeza que hoje mais que nunca temos de ajudar a criar valor. Temos de nos sacrificar para que as futuras gerações possam voltar a ter conforto financeiro.
Sim devemos ser intolerantes para com os incompetentes que nos governam, ou que nos levam para decisões que não percebemos. Contudo na verdade não são todos, e devemos aplicar os filtros do bom senso. Existe muita gente no sector publico cheia de qualidade,e de garra!
Temos de ser básicos. A simplicidade é o ingrediente numero um da genialidade. Agir com prioridades, mesmo que signifiquem sacrifício.
Acções simples que sabemos que tem um retorno. Vamos começar pelas nossas opções. Opte fortalecer o mercado regional! Compre o que é Madeirense!
Por exemplo -existem imensos- porque é que tenho de comprar um pacote de massa Divella se sei que se escolher o Insular, estou a ajudar com mais força uma empresa Regional?
Porque é que compro um bolicau para a minha família quando posso comprar um bolo de uma pastelaria regional?
Isto é simples e é genial!
Agora temos de comunicar melhor. Nem todos estamos disponíveis, orientados ou esclarecidos para esta questão.
Promover a marca madeira, promover o a vontade de comprar madeirense, porque é o mais simples que existe, porque estamos de uma forma genial a contribuir para a nossa economia. Sem tretas!
A Fiat em Itália, podia ter feito mais um anuncio, a gabar o preço ou as performances conforme o target a que se destina, enfeitando o novo Panda com valor social de status, citadino, útil, bonito, versátil, barato digo de gente gira, mesmo que na realidade o cliente seja fisicamente feio.
A mensagem é clara. Para dentro, comprem o que é nosso somos uma bela nação, e trabalhamos todos os dias para uma Itália melhor. Para fora, o Carro é muito mais que chapa, motor e rodas. É toda uma nação cheia de querer, talento e capacidade!
Emocional! às vezes é só isto que uma marca precisa de ser…
Este tipo de comunicação é raramente usada por empresas , que preferem ter um discurso mais racional, como o COMPRE, ou o MAIS BARATO, o MELHOR, a PROMOÇÃO.
São só mais uma publicidade. Quantas já vimos e já nos esquecemos?. Alias usamos um filtro muito especial (quase inconsciente -mais uma promessa quer é vender-), assim que vimos estas palavras chave. Desligamos!
Felizmente existem empresas que pensam “out-of-the-box” e que preferem entregar um mensagem bonita, que nos faz sonhar, sorrir, com a qual nos identificamos mesmo que até então não tenhamos pensado sequer no produto em questão.
Ficamos todos mais próximo dessa marca e do mar !
Enjoy!
Credits:
Agency: RPA
ECD: Joe Baratelli
GCD: Pat Mendelson
CDs: Tom Hamling, Laura Hauseman
ACD/CW: Damian Fratecelli
Senior AD: Katie Carlile
EVP, Executive Producer, Content: Gary Paticoff
Senior Producer: Selena Pizarro
Assistant Producer: Whitney Young
Production Co: über content
Director: Fred Savage
DP: Chris Soos
Executive Producer: Preston Lee
Line Producer: Cory Berg
Production Designer: Andy Reznik
Editorial Company: Spot Welders
Editor: Haines Hall
Assistant Editor: Paul Sabater
Post Producer: Patrick McElroy
Telecine: Company 3, Santa Monica, CA
Artist: Stefan Sonnenfeld
EP: Rhubie Jovanov
Visual Effects Company: Public VFX
Lead Flame Artist: James Allen
VFX Producer: Marlo Kinsey/Kim Nagel
VFX CD: Tony Smoller
Title Design: Laundry! TV
Audio Post Company: Lime Studios
Audio Post Mixer: Loren Sibler
Music Company: Elias Arts, LA
Composer/Arranger: Jonathan Elias
Executive Producer: Ann Haugen
Creative Director: Dave Gold
Music: Ramblin Man
Inspiradora esta campanha. Hoje em dia o momento do café é um momento de pausa, embora em publicidade esse repto tenha sido usado vezes sem conta pela Kit Kat, (have a break).
Uma paragem momentânea e mágica no nosso quotidiano, o momento em que suspendemos a nossa vida, saímos do stress e saboreamos a nossa pausa. Um cafezinho com se diz em “Portuguesinho”
Sem mostrar o momento do café, (descobrimos só no final), aumentamos a carga emocional, chamando a atenção para o que por vezes ,nos escapa, mas que afinal esta tão perto é a proposta da Nescafé.. Olhem melhor à vossa volta e sejam felizes!
Bom dia, com cheiro a café !
Nota: Como habitual os creditos. Mais abaixo o video.
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Credits:
Advertising Agency: twofifteenmccann, USA
Chief Creative Officer: Scott Duchon
Art Director: Steve Couture
Copywriter: Joe Rose
Agency Director of Integrated Production: Tom Wright
Agency Producers: Chris Weldon, Betsy Beale
Account Director: Juliana Mejia
Production Company: Anonymous Content
Director: Christian Bevilacqua
DP: Ottar Gudnason
EP’s: Jeff Baron
Producer: Paul Ure
Editorial Company: Rock Paper Scissors
Editor: David Brodie
Executive Producer: Carol Lynn Weaver
Producer: Kendra Scott
Editorial Assistant: Austyn Daines
Visual Effects: A52
VFX supervisor: Andy Barrios
2D artists: Brendan Crockett, Cameron Coombs, Enid Dalkoff, Steve Miller
CG supervisors: Kirk Shintani, Adam Newman
3D artists: Julian Fitzpatrick, Joe Chiechi, Wayne Hollingsworth, Tim Donlevy
Executive Producer: Jennifer Sofio Hall
Head of Production: Megan Meloth
Producer: Daughn Godd Ward
Telecine: Company 3
Colorist: Stefan Sonnenfeld
Original Music: Human
Producer: Jonathan Sanford
Sound Designer: Human
Mix: Lime Studios
Mixer: Rohan Young
Audio producer: Jessica Locke
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As vezes temos de fugir das marcas mais “mainstream” para podermos nos deliciar publicidade realmente inspiradora.
Criado e realizado por Saam Farahmand foi criado para reproduzir uma interpretação única do “ethos” que representa a Radio. O resultado é um filme de cortar a respiração, e que nos surpreende. Brutal, carnal, ou simplesmente sensorial, como a musica!
Uns chamam-lhe, chocante, nudez, outros arte. Eu caracterizo-lhe como algo de “out-of-the-box”, brutal! Vejam, ouçam, sintam e inspirem-se!
Creditos:
Art Director: Georgia Shelton
Director: Saam Farahmand
Producer: James Waters
Vfx : The House Of Curves
Vfx Supervisor : Andrew Daffy
Compositor : Mikkel Hansen
3D Artist : Dan Prince
Lighting Camera: Franklin Dow
Model Maker: Jack Kirby
Model: Marilyn Rose
Make-Up Artist: Dorita Nissen
A Kia tem sido imparável no seu processo de ocidentalização. Primeiro as garantias, 7 anos, que transmitem confiança, depois a adaptação cada vez mais óbvia do seu design a linhas marcadamente europeias. Agora parte em conquista do mercado norte-americano ajudada pela associação ao melhor Globetrotter Americano Blake Griffin… Um Super anuncio!
Credits:
Ad Agency: David&Goliath
Copywriter: Dan Kelly